Estive presente na 3ª edição do FLISOL DF, estou aqui para expressar minha opinião sobre o evento.
Esse é o 5º evento sobre software livre que frequentei, um desses eventos foi a segunda edição do FLISOL DF no ano passado.
De cara, na chegada do evento percebi que estavam bem mais organizados que no ano anterior. Acabei chegando depois da abertura do evento, pois não consegui acordar cedo o suficiente para chegar às 09:00. No ano passado, houve atraso de uma hora, acabei confiando que iria acontecer novamente, mas quando cheguei lá corri para pegar a primeira palestra que eu tinha selecionado, pois já tinha começado.
A primeira palestra que escolhi foi "Joomla no mercado de trabalho - Um CMS de sucesso!" ministrada por Washington Ribeiro. Ao chegar no Laboratório TUX onde foi realizada a palestra, o local já estava lotado, tive que pegar uma cadeira para me sentar na sala, enfim, deu tudo certo. Gostei da palestra, muito interessante, mas abordou aspectos fundamentais sobre o Joomla, nada de tão específico nem prático. Houve também uma discussão sobre filosofia do Software Livre que foi divertida e educativa, até mesmo a mulher do palestrante que é professora de inglês e estava filmando a palestra entrou no papo, e se saiu bem.
Depois do fim da palestra ao meio dia, fui para casa almoçar, pois a minha casa é na rua da FAJESU.
Voltei novamente para o evento às 13:00 para tentar a palestra Proxy Squid ou Desenvolvendo aplicações PHP com Zend Framework. Havia uma fila de pessoas à espera dos palestrantes, enquanto isso descobri que a sala em que havia a palestra "Desenvolvendo aplicaçõe sPHP com Zend Framework" ficava no andar de cima. Fui até lá, no entanto a sala já estava lotada. Voltei para tentar a palestra Proxy Squid, no entanto o palestrante não veio mesmo, também o palestrante que iria ministrar "Zabbix: monitorando serviços e economizando milhões" não compareceu ao evento. Em instantes o Prof. Ronald veio avisar que havia tentando contactar os dois, sem sucesso, e que os participantes que estavam no aguardo podiam ir à outras salas para ver as outras palestras.
Bom, gostaria de fazer um comentário sobre os palestrantes que não vieram. Esse é um evento em que eles doam seu tempo para compartilhar conhecimento, então não recebem nada em termos financeiros para ministrar as palestras no evento. Se acontece algum imprevisto, não há problema em faltar ao evento, mas é de fundamental importância que isso seja avisado aos organizadores do evento, pois na falta da informação deixam o evento desorganizado, e a culpa muitas vezes cai sobre os organizadores, injustamente. De qualquer forma, pode ser que os palestrantes tenham tido algum problema que os impossibilitou de avisar.
Apesar disso, o evento foi muito bom, continuemos os comentários...
A palestra sobre Latex foi adiantada devido ao ocorrido, no entanto o palestrante preferiu aguardar um pouco até dar a hora de início da palestra por conta das pessoas que viriam no horário.
Ministrada pelo professor Alexandre Zaghetto, foi a melhor palestra que assisti no evento. Muito bem explicada e sobre um assunto muito interessante que eu não tinha tido contato ainda que é o Latex. Uma linguagem de marcação para a produção de documentos estilizados de acordo com algum padrão.
Ao final da palestra sobre Latex, assisti a palestra "Desenvolvendo aplicações Desktop com PHP-GTK". O palestrante não parecia estar bem à vontade (me lembrei muito de quando eu apresento trabalhos na Faculdade), um pouco nervoso. Muitas pessoas sairam da sala antes da palestra terminar. Me desculpem, caso alguém não pense assim, mas na minha opinião, sair antes da palestra terminar é falta de educação, e ainda incentiva o palestrante a desistir. Por mais que eu não estivesse muito satisfeito com a palestra eu fiquei até o fim. A palestra não foi longa, 30 minutos. Uma explicação básica sobre o funcionamento do PHP-GTK com exemplos.
Agora vem uma das melhores partes, fora a palestra sobre Latex. Ganhei uma camisa e uma bolsa de estudos da Training tecnologia (Infelizmente não vou poder fazer o curso devido ao valor que ainda é alto e me pegou em um mês atribulado financeiramente. Mas adoraria fazer pois é com Julio Neves)!! Nem acreditei quando vi meu nome lá escrito no sorteio (apesar de ser o 50º). É a primeira vez que ganhei alguma coisa sorteada em algum evento. Fiquei feliz!! hehe.
Finalizando, gostaria de parabenizar a organização do evento que nesse ano cumpriu seu papel e o evento foi super organizado. Parabéns de verdade! Ao mesmo tempo gostaria de pedir desculpas por não participar da organização, pois moro na rua da FAJESU, tão perto. Mas andei super oculpado esses dias, na realidade até hoje. Deveria ter escrito essa postagem no sábado do FLISOL, mas só consegui hoje. A correria está grande.
Gostaria de parabenizar todos os palestrantes que se disporam à ir ao evento compartilhar conhecimento, parabéns especial ao professor Alexandre que ministrou a palestra sobre Latex muito bem. E também parabéns à todas as pessoas envolvidas no evento direta ou indiretamente. O FLISOL DF foi muito bom, está a cada ano melhor, vamo que vamo!
Longa vida ao Software Livre!
sábado, 2 de maio de 2009
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Solução para pagamentos online. Receber pagamentos com cartão de crédito e boleto bancário sem ser empresa.
Se você deseja receber pagamentos através de cartão de crédito ou boleto bancário mas não é pessoa jurídica. Existe uma maneira muito interessante de conseguir isso.
O que vou indicar aqui não tem foco somente para pessoas físicas, mas pode ser utilizado também em empresas, que podem reduzir o alto custo de manutenção com as empresas de cartões crédito.
A solução que apresento à você leitor, é o PagSeguro.
O que é PagSeguro?
Transações internacionais são possíveis com o PayPal que é uma companhia de pagamentos online, mas necessita do uso de cartão de crédito internacional.
Criado com o nome de BRPay, o atual PagSeguro era a solução para pagamentos online no Brasil.
Conheci o BRPay, no entanto usufrui de seus recursos pois não conhecia as ferramentas de integração. Eu imaginava que só havia o carrinho de compras personalizado do BRPay.
Ao ler um documento informando sobre como receber pagamentos online, fui informado sobre duas companhias que faziam esse serviço, então soube sobre o muito mais que eu poderia fazer com o BRPay. Personalizar a comunicação entre os meus sites e as transações efetuadas.
Obs: Mencionei duas empresas que fazem o serviço, mas nesse artigo me concentrarei na BRPay(PagSeguro), porque já mantenho sites operando com esse serviço.
No entanto, quando acessei o BRPay para acessar o meu cadastro (já o tinha feito há algum tempo para comprar um E-book que utilizava o sistema BRPay para receber pagamentos) me deparei com a PagSeguro. A minha primeira impressão quanto ao nome foi ruim, no entanto, agora acho melhor por estar no nosso idioma.
A UOL comprou a BRPay e trocou o nome para PagSeguro. As propagandas do PagSeguro estão sendo bastante veiculadas, está ficando cada vez mais forte, e se tornará comum na internet.
Soluções de Integração PagSeguro
Bom, o webmaster que tentou integrar o PagSeguro como meio de pagamento do seu site deve ter tido problemas, principalmente por uma grande falha que na minha opinião o PagSeguro tem: a falta de um usuário para testes. A integração do PagSeguro com o seu site não é algo tão simples, é preciso ter paciência e saber muito bem o que está fazendo.
Por enquanto vou abordar de forma sucinta, ou seja, de forma teórica a maneira de fazer a integração.
Se você apenas vai redirecionar o usuário para a página do PagSeguro para o pagamento, sem que ele tenha que voltar à sua página, é bem simples, você só precisa enviar os dados através de um formulário pelo método "POST". Envia os dados do usuário (opcional) e os dados dos itens que foram escolhidos, total da compra e frete. Esses dados estão bem explicitados no link: "meios de integração avançadas", no site do PagSeguro.
O problema: Retorno automático
Nesse problema se vão dias, pois não há uma explicação detalhada na página do PagSeguro sobre como funciona o retorno automático. O mesmo funciona da seguinte maneira:
O site envia os dados ao PagSeguro, o usuário realiza o pagamento, e enquanto estão sendo exibidos os detalhes da transação do PagSeguro ao usuário, o PagSeguro envia um POST por "trás", escondido, com os dados da transação, você recebe os dados e pode armazená-los em um banco de dados, ou fazer o que quiser com eles.
Em breve, estarei explorando mais a fundo, e mostrarei uma aplicação prática em ASP..
Aguardem...
Quem quiser conhecer o pagseguro, acesse: http://www.pagseguro.com.br
Continua....
O que vou indicar aqui não tem foco somente para pessoas físicas, mas pode ser utilizado também em empresas, que podem reduzir o alto custo de manutenção com as empresas de cartões crédito.
A solução que apresento à você leitor, é o PagSeguro.
O que é PagSeguro?
Transações internacionais são possíveis com o PayPal que é uma companhia de pagamentos online, mas necessita do uso de cartão de crédito internacional.
Criado com o nome de BRPay, o atual PagSeguro era a solução para pagamentos online no Brasil.
Conheci o BRPay, no entanto usufrui de seus recursos pois não conhecia as ferramentas de integração. Eu imaginava que só havia o carrinho de compras personalizado do BRPay.
Ao ler um documento informando sobre como receber pagamentos online, fui informado sobre duas companhias que faziam esse serviço, então soube sobre o muito mais que eu poderia fazer com o BRPay. Personalizar a comunicação entre os meus sites e as transações efetuadas.
Obs: Mencionei duas empresas que fazem o serviço, mas nesse artigo me concentrarei na BRPay(PagSeguro), porque já mantenho sites operando com esse serviço.
No entanto, quando acessei o BRPay para acessar o meu cadastro (já o tinha feito há algum tempo para comprar um E-book que utilizava o sistema BRPay para receber pagamentos) me deparei com a PagSeguro. A minha primeira impressão quanto ao nome foi ruim, no entanto, agora acho melhor por estar no nosso idioma.
A UOL comprou a BRPay e trocou o nome para PagSeguro. As propagandas do PagSeguro estão sendo bastante veiculadas, está ficando cada vez mais forte, e se tornará comum na internet.
Soluções de Integração PagSeguro
Bom, o webmaster que tentou integrar o PagSeguro como meio de pagamento do seu site deve ter tido problemas, principalmente por uma grande falha que na minha opinião o PagSeguro tem: a falta de um usuário para testes. A integração do PagSeguro com o seu site não é algo tão simples, é preciso ter paciência e saber muito bem o que está fazendo.
Por enquanto vou abordar de forma sucinta, ou seja, de forma teórica a maneira de fazer a integração.
Se você apenas vai redirecionar o usuário para a página do PagSeguro para o pagamento, sem que ele tenha que voltar à sua página, é bem simples, você só precisa enviar os dados através de um formulário pelo método "POST". Envia os dados do usuário (opcional) e os dados dos itens que foram escolhidos, total da compra e frete. Esses dados estão bem explicitados no link: "meios de integração avançadas", no site do PagSeguro.
O problema: Retorno automático
Nesse problema se vão dias, pois não há uma explicação detalhada na página do PagSeguro sobre como funciona o retorno automático. O mesmo funciona da seguinte maneira:
O site envia os dados ao PagSeguro, o usuário realiza o pagamento, e enquanto estão sendo exibidos os detalhes da transação do PagSeguro ao usuário, o PagSeguro envia um POST por "trás", escondido, com os dados da transação, você recebe os dados e pode armazená-los em um banco de dados, ou fazer o que quiser com eles.
Em breve, estarei explorando mais a fundo, e mostrarei uma aplicação prática em ASP..
Aguardem...
Quem quiser conhecer o pagseguro, acesse: http://www.pagseguro.com.br
Continua....
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Dreamweaver perde senha, dreamweaver não salva senha, dreamweaver não guarda senha ftp!!
Toda vez que abre o Dreamweaver 8 tem que digitar a senha de ftp de novo?
Então, a solução é baixar e instalar a atualização para ele disponível em: http://www.adobe.com/support/dreamweaver/downloads_updaters.html
Provavelmente você irá escolher a opção Inglês que é a primeira. Salve, instale e pronto! Problema resolvido.
Então, a solução é baixar e instalar a atualização para ele disponível em: http://www.adobe.com/support/dreamweaver/downloads_updaters.html
Provavelmente você irá escolher a opção Inglês que é a primeira. Salve, instale e pronto! Problema resolvido.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Web 2.0
Nos últimos tempos temos ouvido falar sobre web 2.0, afinal, o que é web 2.0?
Por muito tempo tive essa dúvida, apenas ouvia falar sobre web 2.0. Ao pesquisar encontrava várias controvérsias sobre o que é a web 2.0, blogs e mais blogs falando sobre o assunto mas cada um levando sua opinião individual sem conceituar corretamente a web 2.0. Em algumas dessas opiniões é salientado o fato de que a web 2.0 somente existirá quando os sites seguirem o padrão W3C. Na minha opinião é um comentário válido porém equivocado, pois a questão de webstandards é a tecnologia por trás da web 2.0, mas não é fundamental para que a web 2.0 exista.
Li artigos de revistas falando sobre o assunto, as matérias dizem que a web 2.0 é uma nova era da internet, onde as pessoas podem interagir umas com as outras no ambiente virtual, e que o "cara" que começou essa nova tecnologia foi o Google.
Essas matérias que li eram corretas, no entanto, ainda estava em dúvida. Pensei: "Já li muito sobre web 2.0, sei o que é, mas se alguém me perguntar o que é web 2.0?".
Não conseguiria responder com um conceito que pudesse ser objetivo e auto-explicativo.
No dia 15 de outubro de 2007, assistindo ao Jornal Hoje da Rede Globo, em uma matéria sobre vagas para profissionais de TI. Um profissional de Recife, Mozart Araújo, especializado em criação de aplicativos para dispositivos móveis, falou sobre como era promissor a área em que trabalhava e enfatizou também a web 2.0. Então ele conseguiu na minha opinião expor o conceito de web 2.0 em poucas palavras e de forma objetiva: "...web 2.0, onde são criadas aplicações altamente complexas para ser rodadas dentro do browser”.
Então, o conceito de web 2.0:
JavaScript
Existem outras linguagens de script client-side, como VBScript e JScript (ambos da Microsoft), porém JavaScript é o mais utilizado e vem da família de linguagens com a sintaxe de C. Com JavaScript é possível criar interações com o cliente, pois o código é executado diretamente no navegador do usuário.
Por muito tempo tive essa dúvida, apenas ouvia falar sobre web 2.0. Ao pesquisar encontrava várias controvérsias sobre o que é a web 2.0, blogs e mais blogs falando sobre o assunto mas cada um levando sua opinião individual sem conceituar corretamente a web 2.0. Em algumas dessas opiniões é salientado o fato de que a web 2.0 somente existirá quando os sites seguirem o padrão W3C. Na minha opinião é um comentário válido porém equivocado, pois a questão de webstandards é a tecnologia por trás da web 2.0, mas não é fundamental para que a web 2.0 exista.
Li artigos de revistas falando sobre o assunto, as matérias dizem que a web 2.0 é uma nova era da internet, onde as pessoas podem interagir umas com as outras no ambiente virtual, e que o "cara" que começou essa nova tecnologia foi o Google.
Essas matérias que li eram corretas, no entanto, ainda estava em dúvida. Pensei: "Já li muito sobre web 2.0, sei o que é, mas se alguém me perguntar o que é web 2.0?".
Não conseguiria responder com um conceito que pudesse ser objetivo e auto-explicativo.
No dia 15 de outubro de 2007, assistindo ao Jornal Hoje da Rede Globo, em uma matéria sobre vagas para profissionais de TI. Um profissional de Recife, Mozart Araújo, especializado em criação de aplicativos para dispositivos móveis, falou sobre como era promissor a área em que trabalhava e enfatizou também a web 2.0. Então ele conseguiu na minha opinião expor o conceito de web 2.0 em poucas palavras e de forma objetiva: "...web 2.0, onde são criadas aplicações altamente complexas para ser rodadas dentro do browser”.
Então, o conceito de web 2.0:
Web 2.0 são aplicações complexas rodando em um browser (navegador)
Agora que temos o conceito de Web 2.0, podemos falar das tecnologias que são utilizadas no seu desenvolvimento.
Basicamente, temos quatro elementos: AJAX, WebStandads, JavaScript, Linguagem de servidor.
AJAX
Considero o principal elemento da Web 2.0 (ou o mais chamativo). Lembrando que não é uma tecnologia, AJAX significa Assyncronous JavaScript And XML. Ou seja, é o uso de JavaScript para fazer requisições assíncronas ao servidor sem que seja necessário recarregar a página. Esse objeto do JavaScript busca a página XML e manipula o DOM (Document Object Model - É a hierarquia de elementos da linguagem html que pode ser controlada por linguagens de script do lado cliente) com código JavaScript.
Basicamente, temos quatro elementos: AJAX, WebStandads, JavaScript, Linguagem de servidor.
AJAX
Considero o principal elemento da Web 2.0 (ou o mais chamativo). Lembrando que não é uma tecnologia, AJAX significa Assyncronous JavaScript And XML. Ou seja, é o uso de JavaScript para fazer requisições assíncronas ao servidor sem que seja necessário recarregar a página. Esse objeto do JavaScript busca a página XML e manipula o DOM (Document Object Model - É a hierarquia de elementos da linguagem html que pode ser controlada por linguagens de script do lado cliente) com código JavaScript.
Geralmente faz a requisição a uma script com código de servidor, que ao receber as informações enviadas via HTTP, as processa e retorna o resultado para o objeto AJAX. Por esse motivo é tido uma aparência de uma aplicação desktop, já que não é necessário que a página seja carregada novamente.
WebStandards
Já publiquei um artigo falando sobre webstandards, que tem o principal objetivo de manter um padrão no desenvolvimento de páginas para a internet, no que diz respeito a linguagem (X)HTML. Os principais objetivos e vantagens são:
WebStandards
Já publiquei um artigo falando sobre webstandards, que tem o principal objetivo de manter um padrão no desenvolvimento de páginas para a internet, no que diz respeito a linguagem (X)HTML. Os principais objetivos e vantagens são:
- Separação de código de marcação e estilização, através das folhas de estilo CSS
- Melhor desempenho, menos linhas de código
- Código mais limpo, e melhor visualização do código, possibilitando uma melhor manutenção por outros profissionais
- Acessibilidade, prover acesso à deficientes visuais, estando de acordo com as regras da W3C. Para que pessoas sem visão possam acessar a internet através de leitores de tela
- O controle dos objetos pelo DOM através de linguagens script client-side, se torna mais eficiente, eliminando possíveis erros
JavaScript
Existem outras linguagens de script client-side, como VBScript e JScript (ambos da Microsoft), porém JavaScript é o mais utilizado e vem da família de linguagens com a sintaxe de C. Com JavaScript é possível criar interações com o cliente, pois o código é executado diretamente no navegador do usuário.
Um exemplo interessante é o relógio em tempo real, você pode requisitar a hora certa no servidor que o site está hospedado, e com JavaScript fazer a atualização de segundo em segundo, para que o relógio fique atualizado.
Outra aplicação com o uso de JavaScript, você pode ver no iGoogle (http://www.google.com.br/ig?hl=pt-BR), que é a página inicial personalizada do Google. Nessa página é possível movimentar pequenas janelas mudando-as de posição. Acesse e veja você mesmo!
Linguagem de servidor
Sem uma linguagem rodando no servidor seria praticamente impossível criar algo interessante. Dentre as mais usadas estão:
ASP: Active Server Pages - Páginas ativas de servidor. Não é uma linguagem, é um ambiente para execução de scripts, VBScript (padrão), JScript, ou JavaScript (diferente de ser no cliente, é código javascript rodando no servidor, no ambiente ASP).
Linguagem de servidor
Sem uma linguagem rodando no servidor seria praticamente impossível criar algo interessante. Dentre as mais usadas estão:
ASP: Active Server Pages - Páginas ativas de servidor. Não é uma linguagem, é um ambiente para execução de scripts, VBScript (padrão), JScript, ou JavaScript (diferente de ser no cliente, é código javascript rodando no servidor, no ambiente ASP).
ColdFusion: É uma linguagem de servidor criada pela Macromedia. Usam-se tags como no html para programar. Não vou entrar em maiores detalhes, pois não conheço detalhadamente a linguagem.
...Continua
Quem quiser ler a matéria referida, do Jornal Hoje, acesse o endereço: http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20071015-305991,00.html
Quem quiser ler a matéria referida, do Jornal Hoje, acesse o endereço: http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VJS0-3076-20071015-305991,00.html
domingo, 9 de setembro de 2007
Piratas do Vale do Silício
Título: Piratas da Informática
Titulo Original.: Pirates of Silicon Valley
Pais/Ano: EUA / 1999
Direção: Martyn Burke
O filme Piratas da Informática conta de uma maneira divertida a história da evolução dos PC’s focando-se em duas empresas e seus fundadores que tiveram uma importância fundamental na evolução dos computadores Desktop.
É traçado um panorama entre Bill Gates, Steve Jobs e seus parceiros. Enquanto Jobs gosta de tomar LSD e participar de passeatas educacionais, Gates é um mestre no jogo de pôker. No entanto os dois têm algo em comum, são jovens que enxergam bem além do que podem ver, e querem participar ativamente da evolução dos computadores.
E quem começa é Steve Jobs com seu amigo Steve Wozniak, fundam a Apple e criam o Apple I, um computador com monitor para concorrer com o Altair da IBM, um computador que apenas emitia luzes em resposta aos comandos, foi nessa época que Bill Gates e seu amigo Paul Allen venderam para a IBM uma versão do BASIC, pois o Altair não era nada sem o software.
Um fato marcante que o filme relata é a criação da interface gráfica e do mouse, desenvolvidos por uma engenheira da Xerox, e que foi rejeitado pelos comandantes dessa empresa, pois achavam que não havia explicação para uma pessoa “comum” ter um computador em casa. Porém despertou o interesse de Steve Jobs que fez uma visita para conhecer o sistema. Dessa idéia foi derivado o MAC OS (Sistema operacional dos computadores Macintosh).
Outro episódio marcante no filme é quando Bill Gates é esnobado por Steve Jobs em uma feira de lançamento do Apple II. Começa então a rivalidade de Gates e Jobs.
Depois de já estar trabalhando para a IBM vendendo seu software, e de ter fundado a empresa Microsoft juntamente com seu amigo Paul Allen, Gates fez uma visita à Apple com sua equipe para falar com Jobs sobre negócios e visitar as instalações da Apple. Foi então que Bill Gates convenceu Steve Jobs à contratá-lo para criar software para o novo computador que a Apple estava criando, o Macintosh.
A Apple forneceu três computadores Macintosh à Microsoft, que ao receber as máquinas copiou a tecnologia e criou o Windows, Steve Jobs ainda discutiu com Bill Gates sobre o Windows, no entanto Gates “enrolou” Jobs e conseguiu “passar a perna” em quem o esnobou.
Steve Jobs foi demitido da Apple em 1985. No entanto em 1997 Jobs retornou para a Apple para salvá-la, pois estava à beira da falência. Suas estratégias estavam sempre no design marcante e produtos criativos.
Bill Gates se tornou o homem mais rico do mundo e comanda hoje uma das maiores indústrias de software do planeta, a Microsoft.
O filme relata a história de uma forma muito bem diversificada. Porém atinge um pouco os personagens reais dessa história. Por exemplo, primeiro eles dão uma idéia de que Bill Gates é um jovem bobo, na realidade poderia até ser, mas fica bem diferente mais tarde quando começa à se relacionar com os chefes da IBM e com Steve Jobs, se mostrando um garoto muito esperto e malicioso.
Talvez até pelo método de abordagem bem divertido, a obra tende à parecer fictícia, não dando uma noção de que tudo que aconteceu interpretado pelos atores realmente aconteceu. Porém Steve Wozniak já deu entrevistas em que fala sobre o filme, e a conclusão é de que boa parte da história do filme realmente foi verdade. Fica a dúvida também, se realmente Steve Jobs teve uma filha e deu o nome à ela de Lisa, assim como batizou com esse nome um dos computadores da Apple. Esses tipos de dúvidas recaem em quem estaria vendo o filme para saber mais sobre a construção da informática, então acabam por não saberem ao certo se as informações prestadas no filme são reais, se não buscarem outra fonte de informação.
Retirando esses dois pontos, é importante dizer que a obra foi muito bem planejada e executada, a forma divertida faz com que prenda bem a atenção de quem assiste ao filme e capte melhor o contexto histórico em que transformações ocorreram, além de traçar um belo panorama entre a vida de Bill Gates e Steve Jobs.
Titulo Original.: Pirates of Silicon Valley
Pais/Ano: EUA / 1999
Direção: Martyn Burke
O filme Piratas da Informática conta de uma maneira divertida a história da evolução dos PC’s focando-se em duas empresas e seus fundadores que tiveram uma importância fundamental na evolução dos computadores Desktop.
É traçado um panorama entre Bill Gates, Steve Jobs e seus parceiros. Enquanto Jobs gosta de tomar LSD e participar de passeatas educacionais, Gates é um mestre no jogo de pôker. No entanto os dois têm algo em comum, são jovens que enxergam bem além do que podem ver, e querem participar ativamente da evolução dos computadores.
E quem começa é Steve Jobs com seu amigo Steve Wozniak, fundam a Apple e criam o Apple I, um computador com monitor para concorrer com o Altair da IBM, um computador que apenas emitia luzes em resposta aos comandos, foi nessa época que Bill Gates e seu amigo Paul Allen venderam para a IBM uma versão do BASIC, pois o Altair não era nada sem o software.
Um fato marcante que o filme relata é a criação da interface gráfica e do mouse, desenvolvidos por uma engenheira da Xerox, e que foi rejeitado pelos comandantes dessa empresa, pois achavam que não havia explicação para uma pessoa “comum” ter um computador em casa. Porém despertou o interesse de Steve Jobs que fez uma visita para conhecer o sistema. Dessa idéia foi derivado o MAC OS (Sistema operacional dos computadores Macintosh).
Outro episódio marcante no filme é quando Bill Gates é esnobado por Steve Jobs em uma feira de lançamento do Apple II. Começa então a rivalidade de Gates e Jobs.
Depois de já estar trabalhando para a IBM vendendo seu software, e de ter fundado a empresa Microsoft juntamente com seu amigo Paul Allen, Gates fez uma visita à Apple com sua equipe para falar com Jobs sobre negócios e visitar as instalações da Apple. Foi então que Bill Gates convenceu Steve Jobs à contratá-lo para criar software para o novo computador que a Apple estava criando, o Macintosh.
A Apple forneceu três computadores Macintosh à Microsoft, que ao receber as máquinas copiou a tecnologia e criou o Windows, Steve Jobs ainda discutiu com Bill Gates sobre o Windows, no entanto Gates “enrolou” Jobs e conseguiu “passar a perna” em quem o esnobou.
Steve Jobs foi demitido da Apple em 1985. No entanto em 1997 Jobs retornou para a Apple para salvá-la, pois estava à beira da falência. Suas estratégias estavam sempre no design marcante e produtos criativos.
Bill Gates se tornou o homem mais rico do mundo e comanda hoje uma das maiores indústrias de software do planeta, a Microsoft.
O filme relata a história de uma forma muito bem diversificada. Porém atinge um pouco os personagens reais dessa história. Por exemplo, primeiro eles dão uma idéia de que Bill Gates é um jovem bobo, na realidade poderia até ser, mas fica bem diferente mais tarde quando começa à se relacionar com os chefes da IBM e com Steve Jobs, se mostrando um garoto muito esperto e malicioso.
Talvez até pelo método de abordagem bem divertido, a obra tende à parecer fictícia, não dando uma noção de que tudo que aconteceu interpretado pelos atores realmente aconteceu. Porém Steve Wozniak já deu entrevistas em que fala sobre o filme, e a conclusão é de que boa parte da história do filme realmente foi verdade. Fica a dúvida também, se realmente Steve Jobs teve uma filha e deu o nome à ela de Lisa, assim como batizou com esse nome um dos computadores da Apple. Esses tipos de dúvidas recaem em quem estaria vendo o filme para saber mais sobre a construção da informática, então acabam por não saberem ao certo se as informações prestadas no filme são reais, se não buscarem outra fonte de informação.
Retirando esses dois pontos, é importante dizer que a obra foi muito bem planejada e executada, a forma divertida faz com que prenda bem a atenção de quem assiste ao filme e capte melhor o contexto histórico em que transformações ocorreram, além de traçar um belo panorama entre a vida de Bill Gates e Steve Jobs.
domingo, 12 de agosto de 2007
HTML - Termos Comuns
Essa postagem tem como objetivo esclarecer os termos da linguagem de marcação HTML, haja vista que algumas pessoas não conseguem acompanhar bem o estudo da linguagem por falha no aprendizado de simples termos que serão explicitados nesse pequeno texto.
Então vamos começar.
Tag
A tag é o elemento base do HTML, as tags são os comandos da linguagem. Podemos diferenciar uma tag no documento HTML através da delimitação dos símbolos < (Menor que) e > (Maior que).
Exemplos:
<p> = Tag para Parágrafo
<img> = Tag para Imagem
<br> = Tag para Quebra de linha ("dar um Enter")
Esses três exemplos são tags. No entanto é importante observar alguns detalhes sobre elas. Por exemplo, a tag <img> não é escrita no HTML sozinha, da forma como foi apresentada. Ela contém atributos que têm a função de identificar alguns aspectos importantes na exibição da imagem. Nesse caso específico deveria ser especificado o atributo "src" que informa o caminho da imagem. A definição de atributo será vista no próximo tópico.
Fechamento de Tags: A maioria das tags possui fechamento, no exemplo acima somente a tag <p> possue tag de fechamento, que no caso é </p>, ou seja, as tags que possuem fechamento, sempre fecham com o nome da tag precedido por um "/". Nas tags <img> e <br> não existe tag de fechamento, mas se você estiver servindo XHTML é necessário, como regra de sintaxe do código, que seja colocado um "/" antes de do ">", por exemplo, a tag <br>, deve ser assim (apenas se for código de marcação XHTML): <br />.
Atributos
Os atributos são características que podemos inserir nos elementos da linguagem HTML. No exemplo do início do texto, atributo "alt" na tag "img", seria formulado assim: <img alt="Etiqueta Alternativa">. O atributo "alt" serve para colocar uma etiqueta alternativa para a imagem, caso a mesma não possa ser exibida, ou no caso do IE, exibe o conteúdo do atributo "alt" quando se posiciona o mouse sobre a imagem. Ainda falando sobre o elemento "img" há um atributo obrigatório, que é o "src" que tem a função de informar onde se encontra a imagem a ser exibida.
Então um atributo é sempre identificável através de um sinal de igual logo após ele, e um valor delimitado por aspas (geralmente os browsers interpretam valores de atributos sem aspas, no entanto como boa forma de escrita de código HTML é recomendável usá-las). Por exemplo: src="valor", alt="valor", face="valor", size="valor".
Referência completa da linguagem HTML: http://www.w3.org/TR/html401/
Infelizmente é em inglês, estarei procurando e se achar algum material em português coloco aqui.
Obrigado pela leitura.
Então vamos começar.
Tag
A tag é o elemento base do HTML, as tags são os comandos da linguagem. Podemos diferenciar uma tag no documento HTML através da delimitação dos símbolos < (Menor que) e > (Maior que).
Exemplos:
<p> = Tag para Parágrafo
<img> = Tag para Imagem
<br> = Tag para Quebra de linha ("dar um Enter")
Esses três exemplos são tags. No entanto é importante observar alguns detalhes sobre elas. Por exemplo, a tag <img> não é escrita no HTML sozinha, da forma como foi apresentada. Ela contém atributos que têm a função de identificar alguns aspectos importantes na exibição da imagem. Nesse caso específico deveria ser especificado o atributo "src" que informa o caminho da imagem. A definição de atributo será vista no próximo tópico.
Fechamento de Tags: A maioria das tags possui fechamento, no exemplo acima somente a tag <p> possue tag de fechamento, que no caso é </p>, ou seja, as tags que possuem fechamento, sempre fecham com o nome da tag precedido por um "/". Nas tags <img> e <br> não existe tag de fechamento, mas se você estiver servindo XHTML é necessário, como regra de sintaxe do código, que seja colocado um "/" antes de do ">", por exemplo, a tag <br>, deve ser assim (apenas se for código de marcação XHTML): <br />.
Atributos
Os atributos são características que podemos inserir nos elementos da linguagem HTML. No exemplo do início do texto, atributo "alt" na tag "img", seria formulado assim: <img alt="Etiqueta Alternativa">. O atributo "alt" serve para colocar uma etiqueta alternativa para a imagem, caso a mesma não possa ser exibida, ou no caso do IE, exibe o conteúdo do atributo "alt" quando se posiciona o mouse sobre a imagem. Ainda falando sobre o elemento "img" há um atributo obrigatório, que é o "src" que tem a função de informar onde se encontra a imagem a ser exibida.
Então um atributo é sempre identificável através de um sinal de igual logo após ele, e um valor delimitado por aspas (geralmente os browsers interpretam valores de atributos sem aspas, no entanto como boa forma de escrita de código HTML é recomendável usá-las). Por exemplo: src="valor", alt="valor", face="valor", size="valor".
Referência completa da linguagem HTML: http://www.w3.org/TR/html401/
Infelizmente é em inglês, estarei procurando e se achar algum material em português coloco aqui.
Obrigado pela leitura.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Chaves GPG, utilização multiplataforma
Nos últimos tempos tenho procurado me integrar mais ao projeto Software Livre, foi quando navegando pela internet, encontrei um Encontro de Software Livre que iria ocorrer em Brasília - DF, onde moro. Decidi comparecer ao encontro, gostei muito, ótimos palestrantes, muito bom realmente. Uma das coisas que me chamaram a atenção foi o assunto GnuPG.
O que é o GnuPG?
É um sistema de criptografia assimétrica derivado do PGP (Pretty Good Privacy).
Sei que não expliquei muita coisa com isso, mas o assunto que pretendo abordar aqui é diferente, então quem quiser uma explicação mais detalhada, acesse http://www.eriberto.pro.br/wiki/index.php?title=Como_preparar-se_para_uma_festa_de_assinatura_de_chaves_GPG, que inclusive é o site do palestrante que falou sobre GPG, que é também professor no curso de Pós-Graduação do Instituto Superior de Fátima (Me interessei muito por esse curso, quando terminar minha graduação pretendo fazer ele, deve ser muito bom realmente, o Prof. João Eriberto entende muito do assunto e explica muito bem).
O que pretendo abordar nesse post?
Como disse acima, não quero entrar em detalhes teóricos sobre o GPG, isso tem aos montes na internet, então prefiro não reinventar a roda.
Acontece que depois dessa palestra tive dificuldades para criar a minha chave e usá-la tanto no windows e no linux, a criei com o linux Kurumin (ótima distribuição para inciantes), mas depois de quebrar a cabeça um pouco eu consegui. Não encontrei nenhum tutorial na internet falando sobre isso detalhadamente, então é essa a abordagem que farei nessa sessão, não escreverei tudo agora, isso é só o início, dividirei em mais duas partes, Windows e Linux.
No Linux muita gente já sabe como instalar, quem não souber, essa é a linha que instala o gpg na máquina:
apt-get install gnupg
No Kurumin deve ser usada a seguinte linha:
sudo apt-get install gnupg
Atenção: Se você criar a chave através do Kurumin rodando em CD, será necessário salvar o arquivo da chave em algum lugar, como em um cd ou pendrive, se criar através de um computador público, você pode criptografar e enviar por e-mail.
No Windows basta instalar um programa (gpg4win), disponível em http://www.gpg4win.org/. Esse programa pode ser usado para criar chaves, criptografar arquivos, e todas as outras funcionalidades do gpg.
Ok, essa foi a introdução da série GPG Multiplataforma, nas próximas partes abordarei em detalhes o uso da gpg no windows e linux, para ser usada no ThunderBird, Outlook, e também em webmails, como o G-mail, e também para criptografar arquivos e fazer algumas brincadeirinhas. rsrs.
Até mais!
O que é o GnuPG?
É um sistema de criptografia assimétrica derivado do PGP (Pretty Good Privacy).
Sei que não expliquei muita coisa com isso, mas o assunto que pretendo abordar aqui é diferente, então quem quiser uma explicação mais detalhada, acesse http://www.eriberto.pro.br/wiki/index.php?title=Como_preparar-se_para_uma_festa_de_assinatura_de_chaves_GPG, que inclusive é o site do palestrante que falou sobre GPG, que é também professor no curso de Pós-Graduação do Instituto Superior de Fátima (Me interessei muito por esse curso, quando terminar minha graduação pretendo fazer ele, deve ser muito bom realmente, o Prof. João Eriberto entende muito do assunto e explica muito bem).
O que pretendo abordar nesse post?
Como disse acima, não quero entrar em detalhes teóricos sobre o GPG, isso tem aos montes na internet, então prefiro não reinventar a roda.
Acontece que depois dessa palestra tive dificuldades para criar a minha chave e usá-la tanto no windows e no linux, a criei com o linux Kurumin (ótima distribuição para inciantes), mas depois de quebrar a cabeça um pouco eu consegui. Não encontrei nenhum tutorial na internet falando sobre isso detalhadamente, então é essa a abordagem que farei nessa sessão, não escreverei tudo agora, isso é só o início, dividirei em mais duas partes, Windows e Linux.
No Linux muita gente já sabe como instalar, quem não souber, essa é a linha que instala o gpg na máquina:
apt-get install gnupg
No Kurumin deve ser usada a seguinte linha:
sudo apt-get install gnupg
Atenção: Se você criar a chave através do Kurumin rodando em CD, será necessário salvar o arquivo da chave em algum lugar, como em um cd ou pendrive, se criar através de um computador público, você pode criptografar e enviar por e-mail.
No Windows basta instalar um programa (gpg4win), disponível em http://www.gpg4win.org/. Esse programa pode ser usado para criar chaves, criptografar arquivos, e todas as outras funcionalidades do gpg.
Ok, essa foi a introdução da série GPG Multiplataforma, nas próximas partes abordarei em detalhes o uso da gpg no windows e linux, para ser usada no ThunderBird, Outlook, e também em webmails, como o G-mail, e também para criptografar arquivos e fazer algumas brincadeirinhas. rsrs.
Até mais!
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